A revolução do ensino híbrido: da teoria à prática com um compêndio de Práticas Tecnológicas no Ensino Médio do Espírito Santo

Autor: Marcelo Renato Moreira Baptista.
Este livro investiga como o Ensino Híbrido e a Sala de Aula Invertida podem transformar o aprendizado de Matemática no Ensino Médio público do Espírito Santo. A partir de uma pesquisa-ação, o autor analisa a infraestrutura digital, a formação docente e os desafios reais da implementação, oferecendo um compêndio prático com estratégias para Google Sala de Aula, GeoGebra, análise SWOT, inteligência artificial e recursos multimídia. Uma obra que une teoria e prática para educadores que desejam protagonizar a revolução digital na educação básica.
SUMÁRIO Agradecimentos Apresentação PARTE I — FUNDAMENTOS TEÓRICOS E CONTEXTUAIS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO ENSINO MÉDIO CAPÍTULO 1 Introdução CAPÍTULO 2 O caminho da investigação: a pesquisa-ação no cotidiano escolar CAPÍTULO 3 Metodologias ativas: o estudante como protagonista na Matemática 3.1 Fundamentos da sala de aula invertida 3.2 Pilares fundamentais do ensino híbrido CAPÍTULO 4 Cenário atual nas escolas públicas do Espírito Santo (ensino médio) 4.1 Infraestrutura digital nas escolas estaduais no ES (nível médio) 4.2 Formação docente e desafios relacionados (no ES – nível médio) 4.3 Implantação do Programa "Escola do Futuro" CAPÍTULO 5 Implementação da sala de aula invertida e ensino híbrido 5.1 Desenvolvimento de materiais didáticos 5.1.1 Videoaulas 5.1.2 Simuladores interativos 5.1.3 Jogos educacionais 5.2 Estratégias de engajamento dos alunos CAPÍTULO 6 Entraves comuns para o desenvolvimento das aulas CAPÍTULO 7 Desafios e limitações para implementação da SAI e do ensino híbrido 7.1 Resistência à mudança e adaptação 7.2 Dificuldades na implementação prática CAPÍTULO 8 Considerações finais da Parte I PARTE II — COMPÊNDIO DE PRÁTICAS TECNOLÓGICAS NO ENSINO MÉDIO DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO 9 Estratégias de operacionalização no Google Sala de Aula 9.1 Introdução 9.2 Webcurrículo 9.2.1 O que é webcurrículo? 9.2.2 Programa EscoLAR 9.2.3 Programação de videoaulas 9.2.4 Google Sala de Aula 9.2.5 Aplicativo EscoLAR 9.3 Operacionalização das APNPs 9.3.1 Professores ainda não familiarizados com o uso pedagógico das Tecnologias Digitais 9.3.2 Videoaulas 9.3.3 Configurações das APNPs 9.4 Considerações finais CAPÍTULO 10 Análise SWOT e sua aplicação em uma instituição escolar 10.1 Introdução 10.2 Análise SWOT 10.2.1 Ambiente interno: forças e fraquezas 10.2.2 Ambiente externo: oportunidades e ameaças 10.3 Matriz SWOT: vantagens e formas de utilização 10.3.1 Algumas vantagens da utilização da matriz SWOT em uma instituição escolar 10.4 Análise SWOT e planejamento estratégico 10.4.1 Plano de ação para uma instituição escolar 10.4.2 Indicadores de desempenho (KPIs) 10.4.3 Como escolher os KPIs corretos? 10.4.3.1 Leads na educação 10.5 Estudo de caso: aplicação da análise SWOT em uma instituição escolar 10.5.1 Definição do problema 10.5.2 Montagem da matriz SWOT para a instituição analisada 10.6 Considerações finais CAPÍTULO 11 Aprendizagem autogerida e construção do conhecimento com design instrucional 11.1 Introdução 11.2 Aprendizagem autogerida (AAG) 11.2.1 O que é a AAG? 11.2.2 A revolução no ensino on-line 11.2.3 As exigências do mercado de trabalho 11.2.4 Um exemplo de curso on-line que utiliza a AAG 11.2.5 A importância do design instrucional na construção do conhecimento com a AAG 11.2.6 Minha experiência com a AAG 11.3 Considerações finais CAPÍTULO 12 A aplicação da inteligência artificial no ensino a distância 12.1 Introdução 12.2 Benefícios da inteligência artificial para a educação 12.2.1 Alguns benefícios da inteligência artificial no sistema educacional 12.2.2 Contribuições da inteligência artificial para a aprendizagem híbrida e on-line 12.3 Desafios enfrentados pela inteligência artificial na educação brasileira 12.4 Aplicações da inteligência artificial 12.4.1 Aprendizagem adaptativa 12.4.2 Sistemas tutores inteligentes (ITS ou STI) 12.5 Exemplo de uso da inteligência artificial IBM Watson em EaD 12.5.1 A plataforma LIT de aprendizagem 12.5.2 Paul, o professor 24 horas 12.5.3 A metodologia de aprendizagem Onlearning com inteligência artificial 12.6 Considerações finais CAPÍTULO 13 A sala de aula invertida como motor da busca ativa 13.1 Introdução 13.2 Aprendizagem invertida (Flipped Learning) 13.2.1 Sala de aula invertida (Flipped Classroom) 13.2.2 A sala de aula invertida e o ensino híbrido 13.3 Desafios para a implementação da sala de aula invertida na educação básica brasileira 13.4 Características docentes para a aplicação da sala de aula invertida na educação básica brasileira 13.5 Considerações finais CAPÍTULO 14 O e-learning no ensino médio brasileiro 14.1 Introdução 14.2 O papel do professor no e-learning 14.3 O ambiente de aprendizagem tecnológica 14.3.1 O m-learning 14.3.2 Diferença entre o e-learning e o m-learning 14.4 A dinâmica professor x tecnologia x estudantes diante das tendências educacionais 14.4.1 A importância das teorias de aprendizagem no e-learning 14.5 Personalização do ensino com o ensino híbrido 14.6 Considerações finais CAPÍTULO 15 Desafios e possibilidades da educação na era dos screenagers 15.1 Introdução 15.2 Geração de screenagers e educação 15.2.1 A relação dos alunos screenagers com o universo educacional – possibilidades e impactos 15.2.2 A geração digital e seu percurso escolar 15.2.3 Desafios para professores e escolas com a geração de screenagers 15.2.4 Considerações sobre o contexto educacional da geração de screenagers 15.3 Considerações finais CAPÍTULO 16 Educação digital: práticas e riscos na educação básica 16.1 Introdução 16.2 Educação digital 16.2.1 A importância da educação digital 16.2.2 Benefícios da educação digital 16.2.3 Educação digital no Brasil 16.2.4 Principais desafios da educação digital 16.2.5 Principais riscos na educação digital e o que as escolas e as famílias podem fazer para reduzi-los 16.3 Cidadania digital 16.4 Algumas habilidades necessárias para a educação digital 16.5 Habilidades que podem ser desenvolvidas com a educação digital 16.6 Considerações finais CAPÍTULO 17 Explorando recursos digitais no ensino (GeoGebra e linguagem visual) 17.1 Introdução 17.2 Recursos digitais no processo de ensino e aprendizagem 17.2.1 Por que e para que utilizar mídias digitais para o ensino? 17.2.2 Que tipos de mídias digitais estão sendo utilizadas na atualidade? 17.3 Elaboração de material didático – matemática 17.3.1 Critérios utilizados no planejamento dos materiais didáticos – matemática no ensino médio 17.4 Experiência vivenciada com o uso de mídias digitais 17.4.1 Como se desenvolve o Curso GeoGebra? 17.4.2 Atividades colaborativas com o GeoGebra 17.5 Linguagem visual no ensino da matemática no ensino médio 17.5.1 Facilitando a compreensão 17.5.2 Tornando o aprendizado mais interativo 17.5.3 Melhorando a retenção 17.5.4 Preparando para o futuro 17.6 Considerações finais CAPÍTULO 18 Recursos multimídia para a educação (matemática no ensino médio) 18.1 Introdução 18.2 A importância dos recursos multimídia na educação 18.2.1 Recomendações de recursos multimídia para o ensino médio 18.3 Considerações finais Referências bibliográficas

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