A revolução do ensino híbrido: da teoria à prática com um compêndio de Práticas Tecnológicas no Ensino Médio do Espírito Santo
- ISBN digital: 978-85-7221-784-2
- ISBN impresso: Publicação apenas digital
- DOI: 10.31560/pimentacultural/978-85-7221-784-2
Autor: Marcelo Renato Moreira Baptista.
Este livro investiga como o Ensino Híbrido e a Sala de Aula Invertida podem transformar o aprendizado de Matemática no Ensino Médio público do Espírito Santo. A partir de uma pesquisa-ação, o autor analisa a infraestrutura digital, a formação docente e os desafios reais da implementação, oferecendo um compêndio prático com estratégias para Google Sala de Aula, GeoGebra, análise SWOT, inteligência artificial e recursos multimídia. Uma obra que une teoria e prática para educadores que desejam protagonizar a revolução digital na educação básica.
SUMÁRIO
Agradecimentos
Apresentação
PARTE I — FUNDAMENTOS TEÓRICOS E CONTEXTUAIS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO ENSINO MÉDIO
CAPÍTULO 1
Introdução
CAPÍTULO 2
O caminho da investigação: a pesquisa-ação no cotidiano escolar
CAPÍTULO 3
Metodologias ativas: o estudante como protagonista na Matemática
3.1 Fundamentos da sala de aula invertida
3.2 Pilares fundamentais do ensino híbrido
CAPÍTULO 4
Cenário atual nas escolas públicas do Espírito Santo (ensino médio)
4.1 Infraestrutura digital nas escolas estaduais no ES (nível médio)
4.2 Formação docente e desafios relacionados (no ES – nível médio)
4.3 Implantação do Programa "Escola do Futuro"
CAPÍTULO 5
Implementação da sala de aula invertida e ensino híbrido
5.1 Desenvolvimento de materiais didáticos
5.1.1 Videoaulas
5.1.2 Simuladores interativos
5.1.3 Jogos educacionais
5.2 Estratégias de engajamento dos alunos
CAPÍTULO 6
Entraves comuns para o desenvolvimento das aulas
CAPÍTULO 7
Desafios e limitações para implementação da SAI e do ensino híbrido
7.1 Resistência à mudança e adaptação
7.2 Dificuldades na implementação prática
CAPÍTULO 8
Considerações finais da Parte I
PARTE II — COMPÊNDIO DE PRÁTICAS TECNOLÓGICAS NO ENSINO MÉDIO DO ESPÍRITO SANTO
CAPÍTULO 9
Estratégias de operacionalização no Google Sala de Aula
9.1 Introdução
9.2 Webcurrículo
9.2.1 O que é webcurrículo?
9.2.2 Programa EscoLAR
9.2.3 Programação de videoaulas
9.2.4 Google Sala de Aula
9.2.5 Aplicativo EscoLAR
9.3 Operacionalização das APNPs
9.3.1 Professores ainda não familiarizados com o uso pedagógico das Tecnologias Digitais
9.3.2 Videoaulas
9.3.3 Configurações das APNPs
9.4 Considerações finais
CAPÍTULO 10
Análise SWOT e sua aplicação em uma instituição escolar
10.1 Introdução
10.2 Análise SWOT
10.2.1 Ambiente interno: forças e fraquezas
10.2.2 Ambiente externo: oportunidades e ameaças
10.3 Matriz SWOT: vantagens e formas de utilização
10.3.1 Algumas vantagens da utilização da matriz SWOT em uma instituição escolar
10.4 Análise SWOT e planejamento estratégico
10.4.1 Plano de ação para uma instituição escolar
10.4.2 Indicadores de desempenho (KPIs)
10.4.3 Como escolher os KPIs corretos?
10.4.3.1 Leads na educação
10.5 Estudo de caso: aplicação da análise SWOT em uma instituição escolar
10.5.1 Definição do problema
10.5.2 Montagem da matriz SWOT para a instituição analisada
10.6 Considerações finais
CAPÍTULO 11
Aprendizagem autogerida e construção do conhecimento com design instrucional
11.1 Introdução
11.2 Aprendizagem autogerida (AAG)
11.2.1 O que é a AAG?
11.2.2 A revolução no ensino on-line
11.2.3 As exigências do mercado de trabalho
11.2.4 Um exemplo de curso on-line que utiliza a AAG
11.2.5 A importância do design instrucional na construção do conhecimento com a AAG
11.2.6 Minha experiência com a AAG
11.3 Considerações finais
CAPÍTULO 12
A aplicação da inteligência artificial no ensino a distância
12.1 Introdução
12.2 Benefícios da inteligência artificial para a educação
12.2.1 Alguns benefícios da inteligência artificial no sistema educacional
12.2.2 Contribuições da inteligência artificial para a aprendizagem híbrida e on-line
12.3 Desafios enfrentados pela inteligência artificial na educação brasileira
12.4 Aplicações da inteligência artificial
12.4.1 Aprendizagem adaptativa
12.4.2 Sistemas tutores inteligentes (ITS ou STI)
12.5 Exemplo de uso da inteligência artificial IBM Watson em EaD
12.5.1 A plataforma LIT de aprendizagem
12.5.2 Paul, o professor 24 horas
12.5.3 A metodologia de aprendizagem Onlearning com inteligência artificial
12.6 Considerações finais
CAPÍTULO 13
A sala de aula invertida como motor da busca ativa
13.1 Introdução
13.2 Aprendizagem invertida (Flipped Learning)
13.2.1 Sala de aula invertida (Flipped Classroom)
13.2.2 A sala de aula invertida e o ensino híbrido
13.3 Desafios para a implementação da sala de aula invertida na educação básica brasileira
13.4 Características docentes para a aplicação da sala de aula invertida na educação básica brasileira
13.5 Considerações finais
CAPÍTULO 14
O e-learning no ensino médio brasileiro
14.1 Introdução
14.2 O papel do professor no e-learning
14.3 O ambiente de aprendizagem tecnológica
14.3.1 O m-learning
14.3.2 Diferença entre o e-learning e o m-learning
14.4 A dinâmica professor x tecnologia x estudantes diante das tendências educacionais
14.4.1 A importância das teorias de aprendizagem no e-learning
14.5 Personalização do ensino com o ensino híbrido
14.6 Considerações finais
CAPÍTULO 15
Desafios e possibilidades da educação na era dos screenagers
15.1 Introdução
15.2 Geração de screenagers e educação
15.2.1 A relação dos alunos screenagers com o universo educacional – possibilidades e impactos
15.2.2 A geração digital e seu percurso escolar
15.2.3 Desafios para professores e escolas com a geração de screenagers
15.2.4 Considerações sobre o contexto educacional da geração de screenagers
15.3 Considerações finais
CAPÍTULO 16
Educação digital: práticas e riscos na educação básica
16.1 Introdução
16.2 Educação digital
16.2.1 A importância da educação digital
16.2.2 Benefícios da educação digital
16.2.3 Educação digital no Brasil
16.2.4 Principais desafios da educação digital
16.2.5 Principais riscos na educação digital e o que as escolas e as famílias podem fazer para reduzi-los
16.3 Cidadania digital
16.4 Algumas habilidades necessárias para a educação digital
16.5 Habilidades que podem ser desenvolvidas com a educação digital
16.6 Considerações finais
CAPÍTULO 17
Explorando recursos digitais no ensino (GeoGebra e linguagem visual)
17.1 Introdução
17.2 Recursos digitais no processo de ensino e aprendizagem
17.2.1 Por que e para que utilizar mídias digitais para o ensino?
17.2.2 Que tipos de mídias digitais estão sendo utilizadas na atualidade?
17.3 Elaboração de material didático – matemática
17.3.1 Critérios utilizados no planejamento dos materiais didáticos – matemática no ensino médio
17.4 Experiência vivenciada com o uso de mídias digitais
17.4.1 Como se desenvolve o Curso GeoGebra?
17.4.2 Atividades colaborativas com o GeoGebra
17.5 Linguagem visual no ensino da matemática no ensino médio
17.5.1 Facilitando a compreensão
17.5.2 Tornando o aprendizado mais interativo
17.5.3 Melhorando a retenção
17.5.4 Preparando para o futuro
17.6 Considerações finais
CAPÍTULO 18
Recursos multimídia para a educação (matemática no ensino médio)
18.1 Introdução
18.2 A importância dos recursos multimídia na educação
18.2.1 Recomendações de recursos multimídia para o ensino médio
18.3 Considerações finais
Referências bibliográficas
