A educação para a finitude na obra de Ricardo Azevedo: um estudo de Contos de Enganar a Morte e o problema do limite na cultura contemporânea

Organizadora: Márcia Maria de Medeiros
Este livro analisa a educação para a finitude a partir da obra Contos de Enganar a Morte, de Ricardo Azevedo, evidenciando como a literatura constrói sentidos culturais sobre o morrer. Ao examinar narrativas que tensionam o desejo humano de controlar a morte, a obra revela estratégias simbólicas de negação do limite. Em diálogo com perspectivas críticas e decoloniais, propõe compreender a finitude como dimensão formativa. Nesse sentido, sugere que reconhecer o limite é fundamental para repensar modos de viver, educar e habitar o mundo.
SUMÁRIO Márcia Maria de Medeiros Prefácio CAPÍTULO 1 Gustavo Bocon Lopes Márcia Maria de Medeiros Luiz Alberto Ruiz da Silva O uso da literatura para o ensino da tanatologia CAPÍTULO 2 Matheus de Souza Julião Fábio Vogado O uso das metáforas como recurso para falar sobre a finitude CAPÍTULO 3 Giovana Ziegler Confessor Wesllen Pereira da Silva A função emotiva da linguagem em “O homem que enxergava a morte” CAPÍTULO 4 Luisa da Rosa Silveira Letícia Rocha Nunes Algumas reflexões sobre a finitude: uma análise de “O Moço que não queria morrer” CAPÍTULO 5 Nicole Rodrigues de Magalhães O riso e o risível em “O Moço que não queria morrer” Márcia Maria de Medeiros Posfácio Sobre a organizadora Sobre os autores e as autoras Índice remissivo

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