O poder de lembrar: narrativa, memória e trauma cultural em The International, de Glenn Patterson

Autora: Jessica Grant Craveiro
Há 25 anos, a Irlanda do Norte buscava colocar em prática o Acordo de Paz que encerrou os 30 anos de violência dos Troubles. Já na literatura, autores como Glenn Patterson, revisitavam a história e questionavam a narrativa fixa proposta. Este livro contextualiza o conflito como um caso de trauma cultural e observa como, em seu romance The International (1999), Patterson apresenta um narrador que reimagina o início do conflito, recusa o encerramento do passado e reinventa uma memória plural dos Troubles.
SUMÁRIO Introdução CAPÍTULO 1 História e trauma cultural em The International 1.1 As histórias do sectarismo 1.2 As histórias do início dos Troubles e do cessar-fogo 1.3 As histórias do cotidiano não heterossexual 1.4 O local das histórias: o hotel como não lugar 1.5 As histórias da ruptura: trauma cultural e representação CAPÍTULO 2 A identidade que narra 2.1 Um barman do International: identidade híbrida como ponto de partida 2.2 Fragmentos religiosos 2.3 Fragmentos da orientação sexual 2.4 A personagem fragmentada pelo trauma e o narrador do trauma cultural CAPÍTULO 3 Narrativa e memória 3.1 Estruturação da narrativa 3.2 Técnicas narrativas: noticiário e reminiscências históricas 3.3 Técnicas narrativas: outras reminiscências 3.4 Técnicas narrativas: fofoca e múltiplas vozes 3.5 Técnicas narrativas: “liberdades ao contar” e comentários metalinguísticos 3.6 Narrativa difusa e memória coletiva 3.7 As técnicas narrativas e a memória coletiva no enredo de Clive 3.8 Narrativa, memória cultural e trauma cultural Conclusão Referências Sobre a autora Índice remissivo

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