Morfologias do fetiche e colisões formativas: repensar a formação humana pela Internacional Situacionista e pela Teoria Crítica do Valor
- ISBN digital: 978-8572216142
- ISBN impresso: 978-8572216159
- DOI: 10.31560/pimentacultural/978-85-7221-614-2
Autor: Cristiano José Steinmetz
Morfologias do fetiche e colisões formativas investiga os caminhos de uma crítica radical, no sentido marxiano, aplicada aos processos de formação humana em suas dimensões culturais e institucionais. No sentido de analisar as expressões do fetiche nos processos formativos, estabelece-se um diálogo com a Internacional Situacionista (1957–1972) e com a Teoria Crítica do Valor, em desenvolvimento desde meados dos anos 1980. O livro propõe, assim, um debate que busca compreender como chegamos até aqui e como podemos repensar o conceito de formação humana.
SUMÁRIO
O reino desgovernado de Erisícton e duas críticas à formação autofágica: considerações iniciais
CAPÍTULO 1
Entre a radicalidade da internacional situacionista e a manutenção do espetáculo formativo
Um (nem tão) novo paradigma formativo: introdução ao espetáculo
Da subjetividade radical proposta pela Internacional Situacionista à crítica da formação pela cultura
O desvio e a deriva situacionista como processo formativo?
Colidir com a realidade: formação estético-política da construção de situações
Síntese do capítulo: “Protect me from what I want”, entre a recuperação e a negatividade da crítica
Excurso: A crítica ao trabalho no pensamento situacionista e na crítica do valor
CAPÍTULO 2
Relações sistêmicas da radicalidade da crítica do valor aos debates em torno do conceito de formação humana
A metafísica da forma-sujeito e do ideário da educação moderna: considerações preliminares
A clivagem da forma-sujeito e a decorrente formação autofágica
Encarar um obstáculo sem medo do desafio: a educação autofágica como expressão de relações sociais fetichistas
Pode a educação ser patriarcal? Notas sobre a máscara de individualidade abstrata
Síntese do capítulo: em torno do conceito de ontologia negativa
Excurso: As morfologias do fetiche e a psicanálise
O impossível é o que ainda não foi nomeado, ou formação para um não-sujeito: observações finais
Agradecimentos
Sobre o autor
