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Recordar é imperativo: memória no romance irlandês contemporâneo (2000-2020)

Capa quadrada em tom de preto e verde. Ao fundo, uma sala abandonada com mesa no meio e prateleiras encostadas na parede perto da janela. No topo escrito em verde: "Estudos Linguísticos e literários em inglês". Abaixo escrito em branco: "Camila Franco Batista". Título escrito em verde: "Recordar é imperativo", subtítulo escrito em branco: "memória no romance irlandês contemporâneo (2000-2020)". Rodapé em verde o selo editorial Pimenta Cultural, PPGELLI, USP, CAPES. Fim da descrição.

ISBN digital:

9786559398751

ISBN impresso:

Publicação apenas digital

DOI:

10.31560/pimentacultural/2023.98751

Autora: Camila Franco Batista

Este livro investiga a construção da memória cultural em quatro romances irlandeses publicados entre os anos 2000 e 2020 pelos autores Joseph O’Connor, Sebastian Barry, Mary Morrissy e Lia Mills. As obras são analisadas como performances de memória, isto é, construções da memória cultural que exploram os discursos histórico e memorialístico para criar figuras de memória que, por fim, trazem à memória cultural perspectivas silenciadas ou esquecidas pelo discurso histórico dominante.

SUMÁRIO

 

Introdução

História, memória, trauma

Performances de memória na ficção irlandesa contemporânea

“Os pobres não figuram em grandes romances”: A memória da Grande Fome em Star of the Sea

“Nós somos apenas fantasmas”: Traumas de vítimas e perpetradores em Days Without End

Uma cartografia ficcional da memória: A memória da Grande Guerra e do Levante de Páscoa em Fallen

Memória e o gênero auto/biográfico: A história de mulheres esquecidas versus a história nacional


PARTE 1

A GRANDE FOME E A DIÁSPORA IRLANDESA

A Grande Fome

A diáspora irlandesa

Os irlandeses na América: As guerras indígenas, a Guerra Civil americana e a expansão para o oeste


CAPÍTULO 1

A Grande Fome e a diáspora forçada em Star of the Sea

1.1 Gritos silenciados: Heteroglossia em Star of the Sea

1.2 Quem conta a história? A memória da Grande Fome na contemporaneidade

1.3 Reflexões preliminares: A Grande Fome e o Tigre Celta


CAPÍTULO 2

A diáspora e a guerra: Traumas individuais e culturais em Days Without End

2.1 Irlanda e América: Experiências de fome, desapropriação e trauma

2.2 “Não estou dizendo que a gente sabia do que sabia”: Os irlandeses como perpetradores

2.3 Reflexões preliminares: raça e memória nas artes irlandesas contemporâneas


PARTE 2

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL E O LEVANTE DE PÁSCOA

Irlanda e a Primeira Guerra

O Levante de Páscoa de 1916


CAPÍTULO 3

Mapeando a memória de um mundo caído:

A experiência da Primeira Guerra Mundial e do Levante de Páscoa em Fallen

3.1 “Há coisas que nunca podem ser desfeitas”: A memória dos soldados caídos

3.2 Lugares de memória em Dublin: O mapa de uma cidade caída

3.3 Reflexões preliminares: Monumentos na Irlanda e no mundo, memórias contestadas


CAPÍTULO 4

Um “outro” levante:

A história nacional e a memória de mulheres esquecidas em The Rising of Bella Casey

4.1 “Ela esteve abaixada o tempo suficiente”: A ascensão ficcional de Bella Casey

4.2 “A nova Irlanda é uma briguinha, e só”: O “levante” de Bella e o Levante da nação

4.3 Reflexões preliminares: Mulheres e memória na Irlanda


Conclusão


Referências bibliográficas


Sobre a autora

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