O ensino da escrita em inglês em um curso de idiomas: um estudo de caso

Autora: Daniela Cleusa de Jesus Carvalho Coordenação: Mayumi Ilari, Daniel Ferraz
A demanda da escrita em inglês no cenário global tem crescido exponencialmente, impondo a necessidade de seu ensino com qualidade no Brasil. Esta obra investiga o ensino da escrita em inglês no nível avançado de uma escola de inglês. A pesquisa revela a disparidade entre as práticas declaradas e as efetivamente observadas. A escrita se torna crucial para o desenvolvimento profissional e acadêmico, logo, não promover seu ensino pode culminar na negação de participação global e desenvolvimento econômico.
Capítulo 1 Introdução 1.1 Justificativa Capítulo 2 Revisão da Literatura 2.1 Concepção de Língua 2.1.1 Linguagem e língua de acordo com a Perspectiva Estruturalista 2.1.2 Linguagem e língua segundo a Perspectiva Cognitivista 2.1.3 Linguagem e Língua como Instrumento Ideológico 2.2 A gênese da escrita 2.3 Concepções de escrita 2.3.1 A abordagem com base no produto 2.3.2 A abordagem processual 2.3.3 A abordagem social para a instrução da escrita 2.3.3.1 A escola australiana 2.3.3.2 A perspectiva da nova retórica 2.3.3.3 A abordagem de Inglês para Fins Acadêmicos (EAP) 2.3.3.4 Interacionismo sócio discursivo 2.3.3.5 Letramentos Acadêmicos (LA) 2.3.3.6 Teorias de Gênero Voltadas ao EAP Capítulo 3 Metodologia 3.1 Objetivos da Pesquisa 3.2 Perguntas de pesquisa 3.4 Metodologia de coleta de dados 3.4.1 Contexto da pesquisa 3.4.2 Participantes 3.4.3 Procedimento de coleta de dados 3.5 Metodologia de análise de dados 3.5.1 O questionário 3.5.2 As gravações 3.5.3 A análise do LD 3.5.4 As entrevistas 3.5.4.1 A Entrevista com a Professora Ana 3.5.4.2 A Entrevista com Douglas, o gestor Capítulo 4 Análise de Dados 4.1 O contexto escolar 4.1.1 A Editora 4.1.2 A Franquia 4.1.3 A Unidade de Ensino 4.1.3.1 Concepções teóricas que norteiam a Unidade de Ensino 4.1.3.2 Formação de professores na Unidade de Ensino 4.2 O material Didático 4.2.1 Os autores e o contexto de produção do MD 4.2.2 Descrição do Material Didático 4.2.2.1 Análise da Descrição do Material Didático 4.2.3 Análise quantitativa das atividades que fazem uso da escrita 4.2.4 Análise qualitativa das seções de escrita 4.2.5 A escolha do material didático e sua permanência 4.3 A Prática Pedagógica 4.3.1 Análise do questionário 4.3.2 Análise das transcrições de aula 4.3.3 Análise da Entrevista 4.3.3.1 Hipótese 1 – Nas aulas observadas a escrita é utilizada como apoio às discussões 4.3.3.2 Dados obtidos na entrevista acerca da Hipótese 1 4.3.3.2 A atividade assume uma função mediadora 4.3.3.2.2 A escrita se equipara à fala 4.3.3.2.3 Os alunos têm resistência em escrever 4.3.3.3 Hipótese 2 – As instruções dos exercícios de escrita propriamente não são feitas de forma detalhada 4.3.3.3.1 Gênero textual: Notas 4.3.3.3.2 Gênero textual: Listas 4.3.3.3.3 Gênero textual: Entrevista 4.3.3.3.4 Gênero textual: Composition 4.3.3.4 Dados obtidos na entrevista acerca da Hipótese 2 4.3.3.4.1 As instruções não eram detalhadas pois ocorriam por meio de handouts que deveriam ser estudados em casa 4.3.3.4.2 A professora não via a necessidade de dar instruções explicitas em sala por haverem handouts 4.3.3.5 Hipótese 3 – Há uma possível improvisação nos procedimentos de aula 4.3.3.6 Dados obtidos na entrevista acerca da Hipótese 3 4.3.3.7 Suposição 2 – O LD se tornou o currículo do curso 4.3.3.7.1 A adoção das propostas metodológicas do material didático 4.3.3.7.2 A percepção da professora de que alguns conteúdos do LD não eram adequados 4.3.3.7.3 As dificuldades em implementar as propostas do LD 4.3.3.8 Hipótese 3 – Há uma possível improvisação nos procedimentos de aula (entrevista) 4.3.3.8.1 O processo de preparação da professora para as aulas 4.3.3.8.2 A preparação de aula não abarcava o ensino da escrita na prática 4.3.3.9 Hipótese 4 – A escrita é vista como pretexto para o uso de estruturas gramaticais e vocabulares 4.3.3.10 Dados obtidos na entrevista acerca da Hipótese 4 4.3.3.10.1 A professora promovia uma prática limitante de escrita visando o domínio gramatical 4.3.3.11 Hipótese 5 – A visão de ensino e aprendizagem da professora é voltada à comunicação oral 4.3.3.12 Dados obtidos na entrevista acerca da Hipótese 5 4.3.3.12.1 A comunicação oral era central nas aulas 4.3.3.12.2 A professora buscava cobrir o conteúdo do livro de forma oral 4.4 Demais códigos da entrevista passíveis de análise 4.4.1 Suposição 1 – As experiências prévias da professora como aluna moldam sua prática 4.4.1.1 As experiências de alfabetização e preparação para o vestibular influenciaram sua prática pedagógica 4.4.1.2 Sua predileção por gramática e por determinados temas influenciavam a organização das aulas 4.4.2 A concepção de ensino e aprendizagem de língua de Ana 4.4.2.1 Concepção sócio cultural de língua segundo Ana 4.4.2.2 Concepção cognitivista de língua segundo Ana 4.4.2.3 Concepção estruturalista de língua segundo Ana 4.4.3 A concepção de escrita de Ana 4.4.3.1 A abordagem com foco no processo segundo Ana 4.4.3.2 A abordagem com foco no produto segundo Ana 4.4.4 A concepção de ensino e aprendizagem de Douglas 4.4.4.1 A concepção de ensino e aprendizagem de língua de Douglas 4.4.4.2 A concepção de ensino e aprendizagem de escrita de Douglas Capítulo 5 Considerações Finais 5.1 O processo de construção da pesquisa 5.2 Discussão dos dados 5.3. Possíveis contribuições da pesquisa 5.4 Limitações da pesquisa Referências Bibliográficas Sobre a Autora ‘Notas de fim’ Índice Remissivo

eBook gratuito disponível nas plataformas

Venda e distribuição nacional de livros impressos