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Regras e linguagem privada: interpretações divergentes

Autora: Nara M. Figueiredo

Este trabalho tem como foco a análise do conceito de regra nas Investigações Filosóficas de Wittgenstein, considerando as leituras de S. Kripke e G.P. Baker & P.M.S. Hacker. O primeiro defende que a noção de regra, apesar de apresentar um paradoxo, cumpre um importante papel no argumento contra a linguagem privada.  Já os comentadores ingleses sugerem que o conceito de regra cumpre um papel fundamental na explicação de Wittgenstein acerca do funcionamento da linguagem.

ISBN:

978-65-5939-226-1 (eBook)

DOI: 10.31560/pimentacultural/2021.261

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Capítulos

Apresentação


Capítulo 1
Wittgenstein e a linguagem


Capítulo 2
Confusões conceituais e linguagem privada

O exemplo da dor, referência ao Livro Azul
A situação dos antipodianos
As três considerações filosóficas
Explicação dos enganos dos filósofos
Motivos dos enganos

Outro exemplo
Wittgenstein
Linguagem privada


Capítulo 3
Regras, Kripke e a interpretação cética

O paradoxo cético
A solução cética
A impossibilidade da linguagem privada se mantém
O problema da linguagem privada também é problema na linguagem pública 

O comportamento comum
A insolubilidade das contradições céticas é determinada por suas próprias definições
Wittgenstein

Capítulo 4
Baker e Hacker, regras e o engano de Kripke

O funcionamento da linguagem
O lugar das objeções mentalistas
Regras
O engano de Kripke e do ceticismo
O problema da solução cética
Do ceticismo à prática


Capítulo 5
Considerações finais

O papel das regras é colocado em xeque
Síntese do argumento cético
As leituras céticas
Outra leitura

Referências bibliográficas


Sobre a autora


Índice remissivo