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Sobre o Espaço em Howards End: a reescritura do romance de E. M. Forster no cinema.

Autor: José Ailson Lemos de Souza

Em Howards End (1910), E. M. Forster (1879-1970) explora diferenças de classe, gênero, econômicas e culturais presentes na Inglaterra de seu tempo pouco antes da deflagração da I Guerra Mundial. Em 1992, James Ivory e sua companhia, a Merchant Ivory, adaptaram o romance em um gênero fílmico construído teoricamente no contexto acadêmico britânico. Este livro apresenta um estudo sobre as relações entre o romance e a adaptação a partir da construção do espaço nas obras.

ISBN:

978-65-5939-097-7 (brochura)
978-65-5939-096-0 (eBook)

DOI: 10.31560/pimentacultural/2021.960

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CAPÍTULOS:

Prefácio


Introdução


Capítulo 1
Os estudos de tradução e adaptação


1.1 Os estudos de tradução
1.1.2 A Teoria dos Polissistemas
1.1.3 Os Estudos Descritivos
1.1.4 O Conceito de Reescritura
1.2 A adaptação fílmica como tradução


Capítulo 2
O papel das reescrituras e do espaço em Howards End


2.1 A ambivalência nas reescrituras de Forster
2.2 A função do espaço em Howards End
2.3 O espaço e a ambiguidade dos gêneros
2.4 O espaço como elemento
de separação e integração
2.5 A metamorfose do espaço
urbano: transformações sociais

Capítulo 3
O espaço no filme retorno a Howards End


3.1 A construção do espaço no cinema.
3.2 A construção do espaço
em retorno a Howards End
3.3 Considerações sobre a adaptação de Howards End


Considerações finais


Bibliografia


Sobre o autor


Índice remissivo